UVZ reforça combate à leishmaniose e orienta moradores a receber equipes 

19/06/2026

 

Após a confirmação do primeiro caso humano da doença em 2026, equipes realizam orientações, coleta de sangue e microchipagem 

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), por meio da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), segue intensificando as ações de prevenção e combate à leishmaniose nos bairros Jardim Balneário e Residencial Servantes, em Presidente Prudente, com plantões e orientações realizadas porta a porta aos moradores.

Nesta quinta-feira (18), as equipes percorreram os bairros para orientar a população sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito-palha, transmissor da doença. Já na quarta-feira (17), a UVZ realizou 75 coletas de sangue e 21 microchipagens em cães no Jardim Eldorado, também como prevenção à doença.

Na próxima segunda-feira (22), a UVZ realizará uma ação de recolhimento de materiais que possam servir de abrigo para o mosquito-palha. A orientação é para que os moradores aproveitem o fim de semana para realizar a limpeza dos quintais e deixem ensacados, na calçada, folhas secas, galhos, restos de poda e outros resíduos orgânicos, que serão recolhidos pelas equipes no início da semana.

Além disso, está programado um plantão no dia 4 de julho, das 10h às 15h, no pátio da Igreja Santo Expedito, localizada na Rua Victório Andreasi Netto, no Residencial Servantes

O trabalho foi intensificado após a confirmação do primeiro caso de leishmaniose humana registrado em 2026 no município. O paciente, um homem de 24 anos, já teve alta médica e segue os cuidados em casa.

A leishmaniose é transmitida pela picada da fêmea infectada do mosquito-palha. O inseto é atraído por ambientes com acúmulo de folhas secas, restos de poda, galhos, fezes de animais, lixo orgânico, entulhos e materiais armazenados em locais úmidos e sombreados. Por isso, a principal forma de prevenção é manter os quintais e terrenos sempre limpos.

Outra medida importante é a utilização de coleiras repelentes específicas para leishmaniose nos cães, que ajudam a reduzir o contato dos animais com o mosquito transmissor. As coleiras podem ser encontradas em pet shops da cidade.



Foto: Arquivo/Secom